Programação Agêntica
Aprenda a usar agentes em um fluxo real de desenvolvimento de software: preparar o contexto, escrever specs, implementar, revisar, testar, trabalhar com git e avaliar a qualidade do código gerado por IA.
Lista de espera
Entre na lista deste curso.
Você recebe as próximas atualizações por e-mail e ajuda a mostrar quais temas devem entrar primeiro em produção.
Por que este curso existe
Agentes como Claude Code, Codex, Cursor e OpenCode mudaram a forma como muita gente escreve software. Hoje é possível sair de uma ideia para uma implementação funcional muito mais rápido do que antes, inclusive em projetos que exigem leitura de código, edição de arquivos, execução de comandos, testes e ajustes em várias etapas.
Essa velocidade, porém, muda o problema. Quando a IA passa a escrever partes relevantes do código, o trabalho do desenvolvedor não desaparece; ele se desloca para outras decisões, como preparar o contexto, definir a tarefa, escolher o agente certo, limitar o escopo, revisar a arquitetura, rodar testes, controlar o git e decidir o que deve ser aceito, corrigido ou descartado.
Programação Agêntica existe para organizar esse fluxo de ponta a ponta. O curso trata o agente como parte do desenvolvimento de software: uma ferramenta que precisa de contexto, limites, verificação e responsabilidade técnica para produzir código que você consiga entender, manter e entregar.
O que você vai aprender
- 01
Preparar o contexto de um projeto para que agentes entendam a arquitetura, os comandos, as convenções e os limites da codebase.
- 02
Escrever specs e planos de implementação que ajudem o agente a trabalhar em tarefas maiores sem perder direção entre uma etapa e outra.
- 03
Usar agentes para implementar features, corrigir bugs, refatorar código e explorar alternativas sem transformar o repositório em um experimento sem controle.
- 04
Revisar código gerado por IA com critérios de arquitetura, legibilidade, contratos, segurança, testes e manutenção.
- 05
Trabalhar com git, branches, commits, pull requests e worktrees dentro de um fluxo em que humanos e agentes colaboram no mesmo código.
- 06
Escolher ferramentas, modelos e níveis de autonomia de acordo com o tipo de tarefa, o custo, o risco e a qualidade esperada.
Pra quem é este curso
- Para quem já programa e quer incorporar agentes ao trabalho diário sem perder controle sobre arquitetura, qualidade e entrega.
- Para quem está aprendendo a programar e quer entender desde cedo como usar IA sem depender apenas de tentativa e erro.
- Para desenvolvedores que já usam Claude Code, Codex, Cursor, OpenCode ou ferramentas parecidas, mas ainda sentem falta de um fluxo mais consistente.
- Para tech leads e engenheiros experientes que precisam orientar times, revisar código gerado por IA e decidir onde agentes fazem sentido no processo de desenvolvimento.
- Para quem quer sair de testes soltos com agentes e construir um processo mais completo: contexto, specs, implementação, revisão, testes, git e entrega.
O que o curso vai cobrir
- 01
O que muda quando agentes entram no desenvolvimento de software e como diferenciar programação agêntica, assistência com IA e vibe coding.
- 02
Como preparar o contexto do projeto: AGENTS.md, CLAUDE.md, arquivos locais, comandos, convenções, estrutura do repositório e documentação mínima.
- 03
Como escolher entre CLI, IDE, super app e agentes em nuvem de acordo com o tipo de tarefa, o nível de interação, o custo e o risco.
- 04
Claude Code, Codex, Cursor, OpenCode e outros agentes usados na prática, com critérios para decidir quando cada ferramenta faz mais sentido.
- 05
Spec-driven development: PRDs, planos de implementação, checklists, paralelização, tarefas longas e continuidade entre sessões.
- 06
Uso de agentes em frontend, backend, banco de dados, migrações, refactors, debugging e investigação de código existente.
- 07
Git com agentes: branches, commits, pull requests, worktrees, revisão de diffs e colaboração entre humanos e agentes.
- 08
Qualidade e segurança: contratos tipados, linters, testes, code review, acesso seguro a banco de dados e prevenção de alucinações.
- 09
Custos, limites, escolha de modelo, níveis de reasoning e formas de perceber quando o agente está repetindo erros ou andando em círculos.
Perguntas frequentes
Preciso saber programar para fazer este curso?
Familiaridade com programação é importante. O curso foi pensado para quem já programa ou está aprendendo a programar e quer usar agentes dentro de um fluxo real de desenvolvimento de software. Quando conceitos de IA aparecerem, eles entram a serviço do código, da arquitetura e do processo de entrega.
Preciso ter feito Fundamentos da Engenharia de IA antes?
Não é obrigatório. Fundamentos da Engenharia de IA ajuda se você ainda não está familiarizado com modelo, contexto, prompt, tool, agente e avaliação, mas Programação Agêntica parte do ponto de vista de quem quer aplicar esses conceitos no desenvolvimento de software.
O curso é sobre Claude Code, Codex ou Cursor?
O curso usa essas ferramentas como exemplos importantes, mas não é um treinamento preso a uma delas. A ideia é aprender o fluxo: como preparar contexto, especificar tarefas, escolher a ferramenta certa, revisar diffs, rodar testes e decidir quando o código gerado por IA pode ser aceito.
Qual é a diferença entre este curso e Harness Engineering?
Harness Engineering olha para a infraestrutura do agente: tools, MCPs, skills, memória, permissões, execução e interface de uso. Programação Agêntica olha para o uso desses agentes no desenvolvimento de software: como transformar uma tarefa em implementação, revisar o código, usar git, testar, corrigir e entregar.
Esse curso é só sobre evitar vibe coding?
Não. Vibe coding entra como uma distinção importante, porque nem todo uso de IA para programar tem o mesmo nível de rigor. Mas o curso é mais amplo: ele trata do fluxo completo de desenvolvimento com agentes, incluindo contexto, specs, implementação, revisão, testes, git, custo, escolha de modelo e qualidade do código.
O que acontece quando eu entro na lista de espera?
Você registra seu interesse neste curso. Isso me ajuda a entender quais temas devem entrar primeiro em produção. Quando houver novidades sobre o curso, você ficará sabendo pelo e-mail informado.
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